23/11/2015

Os cidadãos só farão ouvir a sua voz se capazes de se unirem em torno de causas nobres

Para que estes poderes imensos dos sistema partidários e governos deles saídos possam acalmar-se na sua fúria de delapidar a riqueza que resta da nação, os cidadãos unidos terão que exigir total transparência das contas públicas e da governação, e uma forma de governar que seja totalmente aberta aos cidadãos em geral.


Isto de molde a permitir também que em qualquer momento os cidadãos possam inquirir, e com toda a legitimidade, quer o governo quer os deputados, sobre as leis, as politicas e as práticas de governação em curso.


Sem estas medidas os governos continuarão a manipular este pobre povo e a governar de forma aviltante e na mais absoluta perversão, com o estado e os "pulhiticos" sempre a servirem-se dos cidadãos, e não o contrário!


A democracia é uma construção e um aperfeiçoamento continuado e não algo que está pronto a ser servido apenas de 4 em 4 anos, com o direito de ir votar!


Francisco Gonçalves in 23Jan2013


Um exemplo será  a implementação de uma Declaração de Princípios Governamentais Abertos a adoptar pelos poderes centrais e locais :
"Com o desenvolvimento de novas tecnologias e uma população cada vez mais conectada e engajada, uma crescente pressão foi colocado nas [cidades] e nos líderes do governo, no sentido de adoptarem práticas de governo aberto que irão promover a transparência, a participação cidadã e colaboração. A fim de mudar a forma como o governo funciona, prestação de serviços públicos mais eficazes, e estabelecer uma democracia mais robusta, [Nome Concelho] adopta os seguintes princípios de governo aberto (..)."




Ou vamos continuar apenas a ser um Povo Resignado e Dois Partidos sem Ideias !??


Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. [.]
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País
.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar.

Guerra Junqueiro, in 'Pátria (1896)'

A ausência de valores perante uma sociedade que glorifica apenas cifrões

Os valores e os princípios (ou a sua ausência) estão hoje em Portugal, principalmente,  na base de uma sociedade injusta,  de poderes assimétricos, demente e severamente doente, que ameaça fazer ruir por completo.
E sobretudo entre os que mais responsabilidades deveriam ter na comunicação e na difusão das ideias, requer-se de facto como mínimo honestidade intelectual, algo que também aparentemente se encontra desaparecido em parte incerta.
A mentira e a ignomínia são a prática corrente e a troco de bolsas cheias de dinheiro.
Criámos uma sociedade de monstros em vez de seres humanos e de homens que se dizem de SUCESSO, em vez de HOMENS DE VALOR, estando estes em extinção acelerada.

Francisco Gonçalves “in”26June2013

"Quem nos viu e quem nos vê jorrando povo sobre a mesa ...O que fomos e fizemos não chega para ser cantado quem nos viu e quem nos vê com um cifrão de cada lado".. [José Jorge Letria, in "Quem nos viu e quem nos vê "]

Uma absoluta singularidade!

Debatemo-nos com uma fatídica singularidade em pleno séc XXI !
Temos só e apenas povo em excesso e faltam cidadãos responsáveis e cientes dos seus direitos e da sua obrigação de por eles lutarem!

FGonçalves (2013)

A humanidade continua inculta e a ser incapaz de pensar pela sua própria cabeça!

Hoje em dia todos estudam, tiram cursos e obtêm títulos académicos sem fim, mas continuam a pensar e deter-se em processos decisórios tal como os seus ancestrais que viviam nas cavernas!


De outra forma não se explicaria a situação em que vivemos em Portugal e como toleramos estar a ser governados por um bando de burlões e corruptos, e ainda assim sempre dispostos para CONTINUAR A IR VOTAR NELES!


Se este povo tivesse memória q.b e fosse capaz de pensar pela sua própria cabeça, deixando de lado o seu lado inconsciente de o "códigos dos mortos", no seu processo decisório, esta gentalha TODA que nos desgoverna, há 40 anos, não teria mais lugar em Portugal, e só o exílio seria castigo bastante para a traição que têm vindo a cometer contra este pobre povo inculto, crédulo e a debater-se na miséria à portas de uma Europa de senhores coloniais e burocratas sem fim.


Francisco Gonçalves “in” 2014

“O comportamento da manada que segue o líder, sem sequer pensar! Continuamos, no nosso processo decisório, a ter comportamento idênticos aos nossos ancestrais que viviam nas cavernas, isto é baseados em lógica genética incorporada ao longo de milénios, que se desenrola ao nível do inconsciente apenas!”


"Democracy is a pathetic belief in the collective wisdom of individual ignorance."
H. L. Mencken

Portugal lugar de exílio !

Portugal continua hoje, tal como há 50 anos atrás, a ser um LUGAR DE EXÍLIO!


E hoje pior que ontem, apesar dos nossos olhos não quererem ver nem acreditar!


Pátria, lugar de Exílio


           Pátria, lugar de exílio
           geométrico afã
           ou venenoso idílio
           na serena manhã.
           Pátria, mas terra agreste;
           terra, apesar da morte.
           Pátria sem medo a leste.
           Lugar de exílio a norte.
           Pátria terra, lugar,
           cemitério adiado
           com vista para o mar
           e um tempo equivocado.
           Terra, débil lamento
           na temerosa noite.
           Sobre os carrascos, vento,
           Desfere o teu açoite!

[Daniel Filipe]

O que Portugal precisa fazer!

Portugal precisa de trocar a mediocridade pela inteligência que ainda subsiste e resiste, premiando a excelência e punindo a mediocridade, os falhados e os corruptos sem fim!

Sobretudo é imperativo nacional abandonar a esperteza saloia e apoiar apenas a inteligência e a integridade.


Só assim a nação sairá deste beco e pardieiro sem fim.


“Estamos carentes de excelência. A mediocridade reina, assustadora, implacável e persistente”
[Lya Luft]

Francisco Gonçalves "in" 23 Nov 2015

Em Portugal a mediocridade é a medidas de todas as coisas.

" (..).Os partidos estão desacreditados e os políticos são desacreditantes. Portugal sobrevive num sonambulismo onde o desacerto se tornou coisa aprazível e a mediocridade a medida de todas as coisas. (..)."

[ Jorge de Sena ]

"Quando, alguma vez, a liberdade irrompe numa alma humana , os deuses deixam de poder seja o que for contra esse homem."

(Jean-Paul Sartre)


Portugal um país nas mãos dos corruptos e traidores da nação perante um povo inculto!

Os problemas que os países enfrentam (e particularmente Portugal e o seu povo), apesar de parecerem extremamente completos (e até quase insolúveis), tem de facto soluções estupidamente simples e o país poderia através da implementação destas soluções simples sair deste antro de miséria e corrupção em menos de 5 anos !

Mas como o país está nas mãos dos medíocres e com o voto e mandatados pela mediocridade nacional, o futuro irá ser negro e a esperança morta de tanto desacreditada, por mentiras perpetuadas ao longo de décadas e séculos!

Os tais que sempre que acabados de chegar ao poder, proclamam aos sete ventos que "não há alternativa" e que só há um caminho !!
O absurdo assentou arraiais e a inteligência da nação emigrou para parte incerta, e aparentemente de vez.

Tal como tenho também referido por aqui, a grande maioria dos problemas do mundo, e neste caso particular de Portugal, têm soluções estupidamente simples, ao contrário dos estúpidos e incapazes a quem sempre entregamos a resolução dos mesmos!

Também por isso, “um povo inculto é o instrumento cego da sua própria destruição”.

Francisco Gonçalves "in" 16Sept2013

O caminho inexorável para a desagregação social

" .. O aumento de perturbações mentais está intimamente ligada às injustiças sociais ... Cada vez mais as nossas sociedades são ligadas à produção (e aos bens materiais) e nada centradas no ser humano "..

O desenvolvimento pleno do ser humano, e das sociedades, só pode ser atingido através de uma cultura centrada no ser humano como valor supremo e forma deste atingir a sua realização e felicidade. Quando tal for um valor a atingir automáticamente as sociedades serão mais produtivas, mais ricas e com futuro cada vez mais promissor.
As sociedades actuais centram-se apenas no “ter” e esqueceram o “ser” e quando tal acontece o “ser” social deixa praticamente de existir para dar lugar ao individualismo doentio e a todo o tipo de patologias, com destaque para as psicopatias.

Este caminho, que por ora insistimos em trilhar, é sem dúvida o caminho do suicídio individual, de grupo e de nações sem futuro nem esperança  !

Francisco Gonçalves "in" Oct2014

Doenças mentais já afetam ¼ dos portugueses.

A re-invenção do fogo - Ou (talvez) uma das ultimas oportunidades para Portugal se re-inventar!

Julgo que ninguém duvida sequer no Mundo, que as energias renováveis vão constituir enorme riqueza para quem primeiro conseguir materializar redes e sistemas o mais integrados possível, tirando partido das actuais mais recentes tecnologias, e sobretudo de uma forte capacidade de inovação, a qual só por si constitui já hoje o grande motor das economias mais desenvolvidas do mundo.
Até aqui julgo que não terei nenhuma contestação de ninguém porque todos estaremos de acordo.
fireinvention.jpgPois se temos um País com exíguos recursos naturais à luz do Séc XIX (embora não tão poucos assim e ainda dignos de serem explorados, como é o caso do lítio para as baterias dos automóveis eléctricos, onde, vejam senhores, até a sorte se conjura para nos ajudar, e nós teimamos em não apanhar o comboio!!??), será natural sejamos os primeiros que nada temos a perder (nem sequer temos que destruir valor com outros países terão que fazer!), a lançarmo-nos “de cabeça” em projectos inovadores, tirando partido do enorme potencial criativo, já demonstrado ao longo de gerações de portugueses inventores, como é o caso das energias alternativas.
Não temos petróleo, gás natural, produção de combustíveis de origem vegetal, ou qualquer outra fonte de energia de rentabilidade assegurada, pois tudo temos de adquirir ao estrangeiro, excepto o que algumas barragens produzem, mas que não serve nem metade das nossas necessidades energéticas, seria, à luz dos conhecimentos que detenho e do que outros países estão já a fazer, de começar já hoje, e em força, a investir fortemente num projecto global e abrangente para o País inteiro, que integrasse os vários sub-sistemas de energias renováveis, incluindo neles o nosso mar sem fim!!
E por isso não entendo um Portugal, os Portugueses, o Governo e os empresários deste País, que se continuam a manter de braços cruzados, à espera que a crise passe, e hesitam em se lançar como toda a sua força em projectos de energias renováveis, como base na energia solar e eólica, pelo país inteiro onde fossem obrigatóriamento incluindo os Municípios de Norte a Sul, que teriam que garantir algum nível de empreendedorismo, tal como as empresas do Estado (que com os elevados lucros que obtêm à custa do esforço dos portugueses) bem poderiam investir em projectos à partida altamente rentáveis.
Haveria que lançar igualmente um carro eléctrico, mas de tecnologias e/ou integração de componentes integralmente portugueses, e tirando igualmente partido das ultimas tecnologias e inovações do mundo neste segmento, que viesse a ser de tal forma competitivo, que a sua adopção para os percursos citadinos não oferecesse qualquer dúvida aos cidadãos dentro de 2-3 anos (numa relação custo/benefício inequívoca e bem atractiva). Existem já tecnologias de carros eléctricos em projectos "open-source". Qual a dificuldade então??
A par com o lançamento de uma rede de parques de estacionamento pelo país inteiro e outros edifícios públicos e privados, que teriam obrigatoriamente painéis solares e geradores eólicos, adaptados com sistemas de abastecimento para os veículos.
Sobre o futuro dos carros eléctricos, de que eu não duvido sequer do seu sucesso a curto prazo em todo o mundo, pois é a tecnologia com mais maturação na industria automóvel, e alternativa de sucesso e já devidamente testada, relativamente aos tradicionais motores de combustão. E a vantagem para um país como o nosso é então de todo inegável.
Apenas para reforçar o argumento atrás referido, não quero deixar de citar alguém, não só acredita como já lançou mãos à obra e afirma mesmo que "Em menos de uma década, o carro eléctrico será, no mundo inteiro, o nº 1 de vendas. Esta é a maior oportunidade financeira que o mundo alguma vez já viu." E quem o diz é Shai Agassi, fundador da Better Place, a mais sofisticada empresa de carros elétricos do mundo. (http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2066975,00.html ).
O tão urgente re-lançamento da indústria portuguesa deveria processar-se em força sob a égide das energias renováveis, colocando centros de investigação e universidades interligadas muito de perto com as empresas (a tão badalada ligação Unversidades - empresas, mas nunca materializadas teria aqui a sua oportunidade de ouro), no sentido de criar produtos e soluções de ponta, inovadoras e sobretudo com a capacidade de poderem vir a ser competitivas nos mercados externos. Poderíamos assim, não só desenvolver-nos internamente, em termos de sistemas eólicos, tecnologias de painéis solares e outras que lhe estão agregadas, sistemas com exploração das energia das ondas do mar, etc, e sobretudo o desenvolvimento de gerações de EV (Carro eléctrico), que não só tivessem sucesso em Portugal, mas com o potencial competitivo de virem igualmente a ser apelativos nos mercados externos.
Deste modo, todas estas soluções baseadas nas tecnologias atrás referidas deveríam ter com o objectivo primário e logo ser norteadas na sua concepção, por forma a constituirem-se em produtos de excepcional qualidade, de inovação ímpar e de competitividade alargada, com vista à sua exportação massiva, de acordo com as necessidades específicas dos mais diversos mercados externos de todos os continentes, sem excepção. Neste objectivo estratégico nacional seria mandatório que toda a tecnologia possível fosse de incorporação nacional, muito embora encontrando externamente as sinergias, que hoje são uma mais valia em qualquer projecto, através das flexibilidade e agilidade proporcionadas pela globalização.
 O país teria aqui o seu grande impulso económico, de que nunca teve oportunidade ímpar ao longo da sua história, a não ser na época dos descobrimentos, podem crer.
E porque não haverá o País também de criar legislação mais efectiva que obrigue a que todas as novas construções (públicas e privadas) tenham que obrigatóriamente se dotar de autonomia em energia eléctrica e água potável baseadas em fontes de energias renováveis, em pelo menos 50% / 60 % dos seus gastos totais energéticos e de água potável.
De todos estes projectos e acções atrás referidos, não só resultaria imensa riqueza para o País, como uma enormidade de empregos, desde os que exigem menores qualificações até aos mais qualificadissímos quadros de gestão, técnicos e investigadores, de elevado potencial e realizações pioneiras mesmo.
Mas o que impede então o Governo, os Empresários, Organismos e Empresas do Estado, Parcerias estratégica Estado Empresas nestes domínios e bem negociadas, e outros, de avançar e fazer progredir a Nação Portuguesa?
Estarão, por preguiça e conformismo puro, à espera que seja uma qualquer multinacional, daqui a 3-5 anos, a vir concretizar inevitavelmente estes projectos e a lucrar aos milhões, mas para fora de Portugal ?
Portugueses, temos pela nossa frente uma das maiores oportunidades de o País sair na linha da frente, no campo das energias renováveis, e inovando por forma a superar a actual crise e mesmo a criar mais riqueza, de que tanto necessitamos para continuarmos a ser um País considerado desenvolvido, e com níveis de vida dignos de europeus, que somos e merecemos !
Então pergunto? De que estamos nós à espera para lançar mãos à obra e um projecto verdadeiramente ambicioso e de nível nacional ??
E para todos quantos ainda colocam em dúvida a aposta de Portugal nas energias renováveis e poderão não ter percebido adequadamente o alcance das ideias que aqui propus deixo esta nota extraída da página "Sourcing Innovation" (http://blog.sourcinginnovation.com/2011/04/03/you-know-your-country-is-falling-behind-on-sustainability-when-.aspx?ref=rss ).
" Você sabe que seu país está ficando para trás em sustentabilidade quando ...???
O país mais sujo, sábio em energia, no planeta quase igual ao seu (USA), tem produção eólica de energia per capita no prazo de cinco anos. Sustentabilidade é uma grande parte da estratégia da China e há de novo plano de cinco anos , e o objectivo é aumentar a produção de energia eólica de 90 gigawatts (GW) de energia até 2016 a partir do nível de produção actual de 40 GW. (Fonte: The Next Five Years ) Actualmente, os EUA, líder mundial na produção de energia eólica, produz 35 Meare GW de energia eólica.
Mas o mais importante é o compromisso da China de reduzir a intensidade energética por unidade do PIB em 16%, reduzir a intensidade de carbono por unidade do PIB em 17%, e não aumentar os combustíveis fósseis para 11,4% do mix de energia primária até 2015. Para um país que actualmente se baseia em carvão sujo (whch é de 70% do mix de energia), esta é uma meta agressiva. E ainda mais agressivos são os seus objectivos para 2020 de redução da intensidade de carbono por unidade do PIB em 40% e aumentar a produção de energia sustentável para 15%.
Considerando que a China tende a realizar tarefas que ele coloca a sua mente para, este é um começo impressionante para um esforço de sustentabilidade, que foi em face da necessidade" "A necessidade aguça o engenho".
Quem disse que as energias renováveis não podem ser o sucesso de Portugal nos próximos 5-10 anos?? Os "velhos do Restelo" ou quem não está informado o suficiente e se pronuncia sobre o que não sabe??
Autor: Francisco Gonçalves
10 May2012

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