26/11/2013

liberté.. egalité e fraternité..

La revolution des copains et les confreres !
L' État c' est moi, le Roi ! ou ils les plutocrates!
C'est ça la democracie né de une telle revolution...!??
ó.. merde ... il y a le roi et les autres..
il faut qui une telle liberté.. egalité e paternité.. etrê jette dans la fosse!

Francisco Gonçalves (Dec2013)


21/11/2013

Vivemos tempos de absolutas trevas!

Just at it is !

Vivemos na actualidade tempos tenebrosos e nos quais as pessoas e as organizações, públicas e privadas governamentais e não governamentais, têm medo do conhecimento e do saber e fogem da pouca inteligência que ainda sobrevive.

O seu ambiente natural é a mediocridade, que cultivam como forma de sobrevivência pessoal, e isto numa predação de recursos do colectivo sem limites, a que juntam uma submissão, e mesmo subserviência, aos poderes absurdos e ilegitimos que profanaram as democracias ocidentais e delas se apoderaram.

São tempos de absolutas trevas, por entre sistemas de manipulação de massas poderosos que relegam os povos para mais e mais ignorância massiva, com sistema educativos castradores e que apenas fabricam iletrados e a difusão de uma "cultura" mediocre e vazia, que apenas estimula o consumo a qualquer preço, mesmo o das liberdades individuais.
Como tal prenuncia-se um regresso à barbárie, em que só a humanidade em geral, liderada por uma nova espécie de seres realmente humanos, nos poderá vir a livrar desta fatalidade.

Yes, there is hope..!!

Francisco Gonçalves "in" 21 Nov 2013

Francis.Goncalves@gmail.com

13/11/2013

Talvez não baste "à mulher de César que pareça séria..." !

Apenas uma reflexão sobre os dias sombrios que vivemos e com resultados que nos deveriam preocupar a todos, como cidadãos, como colectivo e nação !

Hoje em dia as pessoas e as organizações preocupam-se muito (ou até unicamente) com a aparência .. um curriculum apresentado de forma magnífica.. uma excelente apresentação de powerpoint, etc (são hoje o suprasumo da barbatana e valem só por si!!).... e capazes de levar gestores e decisores de empresas e governos, a terem autênticos orgasmos organizacionais, que depois se multiplicam pelos media, sempre àvidos destes e de outros "faits-divers" !

... mas surpreendentemente (e eu acrescentaria FATALMENTE), o mesmo não acontece na
preocupação com o desempenho, a competência real dos profisssionais e sobretudo com os resultados obtidos... que parecem nem sequer ter nenhuma relevância, até porque (presumo eu) os dinheiros na sua maioria até são públicos, e nem são dos "seus bolsos".
E até existe uma expresssão bem popular que caracteriza este sindroma, que define bem esta situação - "quero lá saber... isto nem é meu! ".

E isso é uma realidade bem objectiva e consta-se desde logo pela fraca produtividade dos portugueses (bem grave) e também dos europeus em geral.. Isto para já nem falar da mais completa ausência e incapacidade para inovar e por em prática processos criativos e que acrecentem valor no mercado, para os consumidores e a economia consequentemente.

Direi eu, que talvez não baste "à mulher de César que pareça séria... é preciso que o seja de facto também".

A minha questão é esta: Será que estamos a caminhar para uma sociedade da pura aparência, em vez do ser ?? Ou de outra forma para sociedades condenadas à irrelevância e consequentemente arriscarem-se a retrocessos civilizacionais, de que nem estaremos a ter sequer a ideia, qual o seu impacto nas actuais sociedades e países ?

Ou afinal apenas se constata que Murphy tinha razão quando em um dos seus principios afirmou :
"A garantia de sucesso é a honestidade, uma vez aprendida a forma de a fingir o sucesso está assegurado".

Efectivamente no passado, a raça humana ainda não tinha inventado o marketing, nem possuía a varinha de condão da estatistica, pelo que a sua única hipótese era usar a mentira !

Francisco Gonçalves

( francis.goncalves@gmail.com )

Honestidade é um presente muito caro. Não espere isso de pessoas baratas.” 
Warren Buffett

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( É a má gestão que contrinbui para a baixa de produtividade na Europa ? )

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