16/04/2013

O Povo e as nossas elites e governantes corruptos! Como inverter esta podridão amoral !?


Ainda lembro bem do meu contacto directo, em aldeias desde país soberano e ao longo de quase duas décadas, convivendo com GENTES POBRES E SIMPLES, mas sempre honestas, em que a dignidade, a moral, a honestidade e o carácter que vi e presenciei em comportamento de todas elas nas suas comunidades, e posso assegurar-vos que os seus princípios, moral e eticamente  estão num plano muito acima de qualquer politico ou juiz deste pobre e corrupto país!  

País este em que a própria Organização de Transparência e Integridade Internacional, classificou o Parlamento como o centro da corrupção em Portugal. Querem mais provas que estas para vos convencer que vivemos num país dominado e governado pela iniquidade e pela mais vil corrupção?

Por isso defendo o povo ao poder, que é o seu legitimo dono e senhor, de acordo com a nossa constituição ainda hoje e a implementação de um a democracia directa, conforme o preconiza também a nossa actual constituição, ao referir-se ao “aprofundamento da democracia..”.

Este povo de que falo e conheço bem, é todo ele gente integra,  sã, honesta,  generosa e de moral elevadíssima, algo que não vejo por estas cidades há muitos e muitos anos!
Ora esta é a democracia que é preciso construir, na base da simplicidade e da moral deste povo pobre mas honrado e sem qualquer mácula.
Por isso mesmo temos que começar a construir o país a partir de baixo, começando aldeia a aldeia, vila a vila, cidade a cidade, e o país começara a ser governado pelo povo que é gente de bem!

E se a justiça continuar a não funcionar, o povo também a saberá fazer, porque a moral do povo é a mais elevada e a dignidade de um pobre está acima de qualquer juiz da actualidade deste pobre País devastado por anos de corrupção!

Por um Portugal democrático, Aberto, Transparente e Justo na sua plenitude!

VIVA O POVO DESTE PAÍS, AINDA A TEMPO DE CONTINUAR UMA NAÇÃO SOBERANA!

Francisco Gonçalves in “Notas Soltas” 22 Nov 2012
e-mail: francis.goncalves@gmail.com


O MUNDO GLOBAL E O DÉFICE DOS PAÍSES !

Portugal precisa re-nascer das cinzas, tal qual Fénix!

Precisamos fazermo-nos novamente "aos mares nunca dantes navegados" e dar "novos mundos ao mundo" !


E "enquanto não ousamos perder de vista a costa, não seremos capazes de descobrir novas terras e novos horizontes."




O MUNDO GLOBAL E O DÉFICE DOS PAÍSES !


Como sair deste aparente “beco sem saída” !?
Se analisarmos globalmente o mundo, e quais os países mais endividados, depressa chegaremos à conclusão de que estes (incluindo talvez os EUA), continuarão a crescer marginalmente por mais 10 ou 20 anos, sem qualquer hipótese, na sua maioria de regularizarem as suas dividas externas. Alguns deles entrarão mesmo em incumprimento ou até pior! A não ser que…..
Num mundo globalizado, de livre circulação, de partilha do conhecimento e conectividade instantâneos, a tendência tem sido (e assim continuará) para que as indústria se tenham deslocalizado para os países de mão de obra mais barata ou de outras melhores condições. Como tal, estamos hoje a assistir ao crescimento dos países onde se instalaram essas indústrias, como a China, Índia, Brasil, etc., e isto  ao mesmo tempo que contemplamos  impávidos e serenos, o continuo crescimento dos países produtores e donos de amplos recursos naturais como o gás e petróleo (e com a agravante de um mundo globalmente dependente na quase totalidade destes últimos.)
Portanto, os países com elevadas dividas externas têm, em minha opinião, apenas uma alternativa duradoura e com enorme potencial de sucesso, face à actual situação de se perpetuarem no crescimento económico débil e a verem a sua riqueza esvair-se, bem como ao assistir a uma regressão no seu progresso social, ou até mesmo perante cenários evolutivos de crises sem fim à vista.
E essa alternativa parece-me não só óbvia, como altamente viável e de sucesso para os países que a adoptarem.  Ora se os únicos países a crescer economicamente muito acima da média são os países para onde se deslocalizaram indústrias e os países produtores de petróleo e gás, bom então a conclusão parece-me ridículamente simples.
Excluindo, de novo a re-localização de fábricas, uma vez que se trata de uma alternativa impossível também em minha opinião, já que o mundo não anda para trás, a única forma de crescer é por meio da inovação intensiva no domínio das tecnologias de produção de energias limpas e todas as outras tecnologias associadas, e com enorme potencial para tornarem as sociedades mais eficientes e mais produtivas, contribuindo assim para um real crescimento sustentável destes países.
Como tal,  a chave do progresso e crescimento económico, não está só nas energias limpas e renováveis, mas também no foco na inovação quer por parte das empresas, quer por parte das agências e empresas governamentais, em áreas já hoje consideradas de futuro para os próximos 10-20 anos, e onde a inovação intensiva determinará o sucesso dos países que se empenharem nesta direcção, e com toda a sua competência e determinação. E apenas um  exemplo do que atrás refiro,  são as tecnologias de “impressão 3D”, que irão criar uma disrupção na forma como o mundo passará a produzir os “artefactos” usados na  nossa civilização actual  e futura.  Para mais informação sobre esta “revolução” já em curso consulte aqui.
Mais que nunca estamos em tempos de mudanças disruptivas e em  aceleração continua e como tal, é urgente e mandatório investir mais e mais naquilo que nunca foi tentado ou feito, e à semelhança dos nossos navegadores, temos na actualidade que enfrentar novos desafios que requerem muita coragem, e sempre ousando  “ir por mares nunca dantes navegados”.  É o tempo de todos os tempos e será “inovar ou morrer”.
“O Homem não poderá nunca descobrir novas terras…. a não ser que tenha a coragem de largar de vista a costa” [desconhecido].
Francisco Gonçalves
15 Abril 2013
“A produtividade e o crescimento da produtividade devem ser a primeira consideração económica em todos os momentos, não o último. Essa é a única fonte da inovação tecnológica, de mais emprego e maior riqueza.” [William E. Simon]
“Uma variedade de estudos nacionais e internacionais indicam que a implantação de uma ampla base de tecnologias de sistemas de informação pode ter um impacto substancial na produtividade económica de nosso país e crescimento, bem como o sucesso educativo e social dos nossos cidadãos.” [Tim Holden].
Re-inventar Portugal é urgente e possível!
Nota: Esta nota tem carácter geral e não pretende subestimar a actual complexidade à escala da economia mundial e da nossa civilização actual, e as muitas causas que contribuem igualmente para que os países desenvolvidos do ocidente estejam a acumular grandes dividas externas. Isso poderá ser tema de um artigo mais vasto.


A GIGANTESCA TEIA DE CORRUPÇÃO QUE DESTRÓI O PAÍS !


A GIGANTESCA TEIA DE CORRUPÇÃO QUE DESTRÓI O PAÍS DE HÁ DÉCADAS E O ENRIQUECIMENTO ILÍCITO !

Temos vindo a assistir na Assembleia da República, sobretudo nos actuais tempos de crise e na situação de eminência de bancarrota, a uma discussão sobre a corrupção e o enriquecimento ilícito, que no entanto são tudo face da mesma moeda que tem vindo a destruir a economia e a sociedade – a corrupção e o tráfico de influências.
A não aprovação ainda (por manifesta falta de vontade e/ou coragem politica) de legislação adequada para punir eficazmente o enriquecimento ilícito, sustentada na falaciosa argumentação  da “inversão do ónus da prova”, representa já a mais abominável falta de vergonha de toda a classe politica e dos poderes instituídos.
E mais “a Inversão do ônus da prova é uma falácia que consiste em isentar-se de provar uma afirmação feita, exigindo que o outro prove a que essa não é válida. Assemelha-se ao apelo à ignorância. Se alguém quer provar que tal coisa é verdadeira, precisa testá-la tautologicamente e não exigir que alguém que não a defende prove a sua falsidade.” [Fonte Wikipédia].
Mas independentemente desta discussão sobre o ónus da prova (e a questão da sua inversão), está em causa uma prática perversa que o país inteiro sabe passar-se há décadas, e que faz do enriquecimento ilícito que  (alguns)  políticos e outros detentores de cargos no estado, praticam despudoradamente e que lesa a nação de diversas formas graves, e ao qual importa pôr cobro com urgência, até como moralização e responsabilização de quem ocupa os mais altos cargos da nação, que deveriam sempre dar o exemplo perante os cidadãos.
Isto só demonstra que elegemos, através deste sistema politico “nada-representativo”, e no lugar de “representantes” indirectos do povo no parlamento e na governação do país, autênticos predadores da  “coisa pública”, sustentados sob a farsa de uma democracia que sempre dizem legitimada pelo povo, a quem não tem restado outra alternativa que não o votar de 4 em 4 anos, e num sistema de partidos em pura rotatividade ao melhor estilo de, “agora pilhas tu” e a “seguir vou eu”.
E tal apenas tem consubstanciado uma governação do país e a legitimização de uma autêntica plutocracia, que se tem vindo sistematicamente a apropriar do aparelho de estado e da própria democracia, nomeando sempre um séquito de cargos de “confiança” partidária, como forma de assegurarem o saque dos dinheiros públicos, que são na sua maioria das vezes postos ao serviço de interesses partidários e de “organizações” correlacionadas, de forma  ilegítima e que danosamente têm vindo a empobrecer a nação, tal como têm mantido o país e a sua economia, reféns de interesses individuais e de grupos, que atentam sempre contra o colectivo.
Este saque perpetrado ao longo de décadas e estas práticas dos principais partidos com assento nos sucessivos governos, contribuíram de forma decisiva para que a corrupção se tivesse mais facilmente instalado em todo o aparelho de estado, Governos e mesmo na Assembleia da República (onde apenas deveriam estar os representantes do povo), e também nas empresas pública e privadas, tendo o país e a economia ficado completamente reféns da corrupção, que varre na actualidade a nação e a empobre ainda mais a cada dia que passa.
Associado ainda a estes fenómenos está a enorme fuga aos impostos, sempre perpetrada pelas grandes empresas públicas e privadas, bancos e não só, mas sobretudo facilitadas pelas enormes teias de interesses tecidas por políticos e empresários, num conluio criminoso contra a nação, e que tem vindo em crescendo de ano para ano, e tendo mesmo merecido  nos últimos anos reparos da transparência internacional e de outros organismos como o Banco Mundial.
Em 2005 o Banco Mundial num seu relatório, citou a corrupção no mundo e referindo-se a este país disse “A corrupção prejudica famílias mais pobres com impostos injustos e cria a necessidade e aguça o engenho de «subornos» nos serviços públicos, aumentando cada vez mais os níveis de corrupção no poder local, junto de municípios e juntas de freguesia, onde esta já representa uma fatia rondando os 60% do total nacional estimado valores ligados à corrupção.”
Mais, este estudo mostra algo mais surpreendente, o de que o fim da corrupção poderia colocar Portugal ao nível de um país como a Finlândia.
A situação da corrupção em Portugal  é de tal forma grave que levou o Prof. Paulo Morais,  membro da transparência internacional, a fazer inúmeras declarações, uma delas bem grave e a de que “a Assembleia da República é o Centro da Corrupção em Portugal” e ainda outra bem mais controversa ainda, mas que tem demonstrado e citando nomes de pessoas e empresas, – a de que “a principal razão da actual crise que enfrentamos é devida à enorme corrupção no estado e com a conivência dos vários governos, de que se destaca o actual em funções”.
Relembro e cito também recentes declarações à imprensa, da directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, Maria José Morgado, como “a corrupção empobreceu Portugal “nos últimos 25 anos” ou que  e que aponta soluções para o seu combate como “é preciso o País decidir se quer “ter maior capacidade de ataque à corrupção”, ou antes “um combate mais fraco”, sendo que a criminalização do enriquecimento ilícito poderá permitir “o confisco dos bens ilegitimamente adquiridos”, mas também “criar mecanismos que facilitem a prova de aquisição por interposta pessoa, tendo em conta a camuflagem que é oferecida pela quantidade de off-shores que existem” (“in” Jornal de Negócios).
Ainda Maria José Morgado, a propósito do enriquecimento ilícito da classe politica, nomeadamente e não só, adianta mais “A maioria dos políticos conseguem acumular autênticas fortunas e saem ricos da politica, ao fim de uma mera dezena de anos! “
E isto é corroborado, e mais que  evidente,  por investigações e reportagens jornalísticas efectuadas sobretudo ao longo dos últimos anos. E finalmente, face a todas estas evidências e factos, nunca vi nenhum dos visados a defender a sua honra (ou tentar pelo menos) !
Só silêncios e “assobios para o ar “, para passarem (criminosamente) despercebidos e paulatinamente inocentados pelo sistema colaboracionista da justiça, e da lei que “eles próprios cozinham através de gabinetes de advogados privados” (Prof. Paulo Morais), em seu favor e sustentando uma “família” de autênticas Máfias, disseminadas pelo país, e servindo-se dos poderes centrais e autárquicos,  deixando cada vez mais este pobre país em agonia e talvez já hoje no seu estertor!
Face ao estado a que chegámos, e até por entre a pobreza que já atinge quase metade da população do país, impõe-se por fim a estes crimes abomináveis contra a nação, que degradam a sua própria existência, a sua moral e ética, pela pior corrupção e tráfico de influências com que os governantes e políticos de mãos dadas se governam escandalosamente a si próprios, na maior impunidade e porque com a conivência colaboracionista, ou o medo da própria justiça em os incomodar.
Perante tal sinto, na actualidade, vergonha de ser português e principalmente face a esta imunda impunidade e ignomínia maior, traduzindo-se também na imagem de corrupção que é transversal a todo o país, e que é passada desde há anos para o exterior de Portugal. E assim desta forma destruindo também qualquer hipótese de credibilidade da nação perante o mundo civilizado, tal como qualquer hipótese de captar investimento sério e comprometido, que possa relançar a nossa economia em bases sólidas e de futuro e muito menos alicerçar qualquer plano estratégico de longo prazo, que vise o desenvolvimento sustentável do meu país.
“.. um empreendedor que tenta criar um negócio numa sociedade enferma é como uma semente num vaso que nunca é regado: por mais talentoso que seja esse empreendedor, o negócio nunca poderá florescer.” [Reid Hoffman, Co-Fundador do Linkedin]
Francisco Gonçalves
06 April 2013

08/04/2013

Os “neo-liberais” e os fantasmas do passado !


Hoje, decorridos mais de 38 anos sobre o 25 de Abril de 74, várias coisas estão mais que provadas e comprovadas :

a) Os comunistas não comem criancinhas ao pequeno almoço;
...mas estes governos comem o pequeno almoço às criancinhas!!!

b) O Marx que antes era um ateu barbudo com nome alemão, era afinal um velhote simpático que não deixou descendentes e até tinha razão em muitos dos seus escritos políticos e económicos;
...mas estes governos ditos “neo-liberais” e que defendem a iniciativa privada, nacionalizam os prejuízos privados e “privatarizam” os lucros públicos !

c) Os chineses não são comunistas violentos, mas apenas pessoas simples que abrem lojas perto de nós;
...mas os nossos governos usam a policia e a força para combater a razão do povo !

d) e por último, acusavam falsamente os regimes comunistas de que estes davam "injecções atrás da orelha" aos velhinhos...
e (surpreendam-se)... hoje são exactamente estes governos de “neo-ultra-liberais” que acham que os "velhinhos" são uma despesa inútil, lhes reduzem as pensões a que têm direito .... (até porque para elas descontaram o que foi acordado) .... e pasme-se até .. já acham que os "velhinhos" são um custo insuportável e que a única solução seria levarem “uma injeção atrás da orelha”, para que morram depressa e assim aliviem as contas da Segurança Social, que eles (os “neo-liberais”) espoliaram criminosamente durante décadas!!!!

Percebem agora como se criam fantasmas, se instaura o medo no seio do povo e assim se manipula este, de modo a ser mais facilmente governado e melhor ainda explorado ?!

Francisco Gonçalves
(francis.goncalves@gmail.com)
05 April 2013

O imenso circo nacional !


Portugal é hoje um circo protagonizado não só pelo poder politico e os media, mas agora com a “brilhante inovação” e a introdução de competição televisionada entre “comentadores“ políticos, ao estilo já bem antes conseguido dos comentadores desportivos, e que estão a arrastar multidões de povo e (pasme-se!) campeões de audiências. Vivemos pois, tempos insanos e de intensas paixões “politicas”, seguindo o modelo da politica teatralizada,  tal qual o fenómeno do futebol, sendo que o senso-comum, e mais ainda a razão, estarão cada vez mais  ausentes em parte incerta.
Esta encenação e dramatização transformou a politica num patamar idêntico e ao nível do futebol ou de um qualquer degradante “reality show”, motivando que todo o “não facto” serve  para levar as paixões ao rubro e suscitar discussões acesas, por parte de todo um povo assim vilmente manipulado.  A politica passou-se assim  para o domínio mediático do entretenimento e criando simultâneamente no povo a  ilusão de participação e esclarecimento político.
A politica espectáculo transformada num fenómeno de massas é de facto a última proeza nacional, levada a cabo pela máquina de propaganda eficaz deste sistema político, e que se percebe bem ser já irrelevante e incapaz de resolver os verdadeiros problemas que afectam Portugal, e o estão mesmo a deixar na beira do abismo.
Nunca como antes se falou tanto em “shares” de audiências, quem foi o vencedor da noite ou de que forma os comentários afectarão as acções do governo ou do presidente mumificado, e todo um manancial de irrelevâncias sem qualquer sentido,  e até diria mesmo abjectas, sobre aquilo que deveria ser de facto a nobre “arte de governação do país” e de assegurar o seu futuro.
Quando a politica espectáculo deslumbra um povo inteiro deste modo, isso só significa que a política séria,  a que deveria tratar dos problemas reais da nação, deixou de existir e se tornou irrelevante.
E sobretudo uma encenação que foi montada para que o povo possa ser distraído de tudo quanto é sério e afecta letalmente a nação, como a nossa cada vez maior perda de soberania nacional, a divida externa incontrolável, a economia em perfeita decadência,  a enorme despesa do estado que está intocável, sobre os imensos crimes, corrupção e fraude perpetrados pelas elites na mais perfeita impunidade, pelos dislates e a corrupção que varre a Assembleia da República, entre muitas outros pérfidos actos da mais vil des-governação nacional.

Portugal é já hoje o país mais pobre da Europa, a caminho de um sub-desenvolvimento atroz e aquele em que as desigualdades sociais são já gritantes. Aliás esta situação grave que o país vive já mereceu a atenção e alertas por parte de organizações internacionais como a OCDE ou a Cáritas, entre outras.
Por entre tanto circo, sem qualquer governação séria e comprometida à vista e já com falta de pão, tudo irá piorar e muito.
Espero que os mágicos e os palhaços circenses tenham um plano “c” para continuarem a animar este povo, porque é certo que o dia seguinte vai chegar - o dia da surpresa !
"Do fanatismo à barbárie não há mais do que um passo." [Denis Diderot]
Francisco Gonçalves.
(francis.goncalves@gmail.com)
08 Abril 2013

01/04/2013

nova economia da conceptualidade e o paradigma da substituição de átomos por bits !


Graças principalmente à internet, monopólios de longa data e desequilíbrios de poder estão a ser desafiados à medida que mais pessoas, de mais regiões do mundo, se conectam, colaboram e competem no palco global. Jovens em toda parte questionam as tradições de instituições veneráveis, como a universidade, os jornais, as organizações médicas e todo o aparato do governo representativo.
No futuro já não tão distante, vamos olhar para o período actual como um tempo em que o mundo iniciou uma transição histórica do capitalismo industrial para um novo tipo de economia baseado em
novos princípios e novas formas de pensar e agir. Alguns, obviamente, vão dizer que os efeitos de longo prazo dessas mudanças são difíceis de prever com precisão. 

Pode ser verdade, mas vale lembrar que o futuro é algo para se alcançar, não para predizer. E, no meio da névoa e da confusão, começam a se revelar os contornos de novas formas de organização humana, tão revolucionárias quanto aquelas trazidas pela invenção da imprensa há cinco séculos. Graças ao novo meio global de colaboração e a um nível de conectividade social sem precedentes, as pessoas em empresas, governos e na sociedade como um todo têm poderosas ferramentas para reinventar as instituições com base em novos princípios organizacionais.

E esta revolução já começou e é mesmo já uma realidade.  Como tal deixo aqui apenas um pequeno "insight" sobre esta revolução que as novas tecnologias, sempre suportadas na Internet, irão desencadear, traduzindo uma nova economia da conceptualidade, que irá substituir a actual economia baseada em sistemas produtivos tradicionais assentes em átomos, característicos da "velha" era industrial!  Já uma realidade e não ficção como vos pode parecer à primeira vista!

E estas tecnologias irão permitir, num futuro próximo, imprimir automaticamente todos os objectos a que a que a nossa civilização já nos habituou e muitos outros que serão "concepcionados" através de um computador e de um programa de "desenho" em 3D, para produzir os componentes que precisamos, para materializar desde o carro ao avião mais veloz, passando pela construção de edifícios ou até de bases na Lua ou em Marte.

Chamam-se por agora impressora 3D, mas na verdade são fábricas (até pessoais) autênticas e totalmente automáticas. Copiam um modelo desenhado previamente no computador e "imprimem" o objecto anteriormente concebido por um ser humano criador (conceptualizador - daí o termo economia da conceptualidade).

Há também já impressoras 3D que cozinham alimentos. Isto é, confeccionam os "menus" que pedimos através de um computador e onde escolhemos o tipo de confecção desejada! Depois é só esperar uns minutos até sair o prato pronto a ir à mesa, exactamente produzido pela mesma técnica de “impressão”, através de camadas sucessivas ! :)

Este o paradigma há mais de uma década anunciado por Nicholas Negroponte do MIT, de uma sociedade em que o mundo dos átomos dá lugar ao mundo dos bits. 

Como exemplo veja-se este video, mas aconselho a que pesquisem na net por "Impressoras 3D ou 3D Printers -  Uma impressora 3D que produz em minutos uma chave inglesa perfeitamente funcional a partir de um modelo desenhado em computador e através de um “ferramenta” de desenho em 3D.

Ver Vídeo de uma impressora 3D que produz em minutos uma chave inglesa!


Por Francisco Gonçalves "in" Notas Soltas @01April2013

(francis.goncalves@gmail.com)


A Gartner, empresa de estudos de mercado estima que em 2016 as mais vulgares impressoras 3D custarão menos que hoje um normal computador de secretária (Ler mais info).

A evangelização tendo como objectivo supremo ignorância de um povo


Os pobres tem o céu garantido e os ricos vão directos ao inferno. Esta era ( e ainda o é de alguma forma!!) a ideologia que a classe dominante desenhou, tendo a Igreja Católica como sua guardiã e evangelizadora da tese, para melhor submeter pela "fé" os dominados e oprimidos....
Aparentemente a ignorância continua a grassar por aí e, muito embora a Igreja tenha de alguma forma arrepiado este caminho, os elementos históricos que tingiram os genes continuam a cumprir os seus desígnios e a espalhar, talvez de forma já muito subtil, mas não menos perigosa, a dita ideologia.

Só com cidadão esclarecidos e com capacidade de exercer o seu espírito crítico, a sociedade poderá inverter estes termos societários imperiais e de dominância por uma minoria (os recentemente designados "donos de portugal"), e com todos os resquícios medievos bem presentes.

Não é à toa que quanto mais tiranos (embora em aparente democracia) têm sido os governantes, mais a tendência no sentido de, sob o lema de facilitar, vão degradando a qualidade da educação ministrada, desta forma espalhando a ignorância por todos os recantos deste pobre Portugal, ainda que sob a mascara de uma nova ordem no acesso à educação, de que o programa novas oportunidades é bem o arauto e a ultima palavra em demagogia e nova evangelização, uma vez que nestes tempos a igreja já não se ocupa desta tarefa.

Um povo embrutecido é um povo submisso, e quanto a esta verdade julgo que não se colocam dúvidas!!!

Francisco Gonçalves in 19 Nov 2010


O futuro está aí e a mudança inevitável - A inovação e a criatividade na era Conceptual


A web desafia velhos monopólios e desequilíbrios de poder.

Graças principalmente à internet, monopólios de longa data e desequilíbrios de poder estão sendo desafiados à medida que mais pessoas, de mais regiões do mundo, se conectam, colaboram e competem no palco global. Jovens em toda parte questionam as tradições de instituições veneráveis, como a universidade, os jornais, as organizações médicas e todo o aparato do governo representativo.

Setores industriais com dificuldades, a exemplo de energia e transportes, estão no meio de uma profunda mudança enquanto a era digital revela novas oportunidades para acelerar a pesquisa e a colaboração em torno de alternativas sustentáveis.

No futuro, vamos olhar para o período actual como um tempo em que o mundo iniciou uma transição histórica do capitalismo industrial para um novo tipo de economia baseado em novos princípios e novas formas de pensar e agir. Alguns, obviamente, vão dizer que os efeitos de longo prazo dessas mudanças são difíceis de prever com precisão. Pode ser verdade, mas vale lembrar que o futuro é algo para se alcançar, não para predizer. E, no meio da névoa e da confusão, começam a se revelar os contornos de novas formas de organização humana, tão revolucionárias quanto aquelas trazidas pela invenção da imprensa há cinco séculos. Graças ao novo meio global de colaboração e a um nível de conectividade social sem precedentes, as pessoas em empresas, governos e na sociedade como um todo têm poderosas ferramentas para reinventar as instituições com base em novos princípios organizacionais.

Em cada situação, estamos vendo como a nova era de inteligência mostra que as abordagens convencionais são insuficientes e, muitas vezes, completamente inadequadas. A inovação colaborativa, por exemplo, está matando, nas escolas de negócios, a velha mentalidade de planear e tocar em frente. Os cidadãos que criam as políticas e serviços provam que o estilo “tamanho único” de governo é um anacronismo. As universidades do século 21 se parecem cada vez mais com uma rede global do que com uma torre de marfim. E, assim como os jornalistas agora convivem com um ecossistema muito mais amplo de produtores de conhecimento, comunidades auto-organizadas de pacientes e uma ênfase maior em educação e medicina preventiva estão começando a melhorar os cuidados convencionais com a saúde.

Em meu ponto de vista, já chegaram o tempo e as ferramentas para que cada um de nós possa abraçar a transformação em nossas casas, comunidades e locais de trabalho.

Autor: Don Tapscott 
extraído de Info.abril.com.br em 06 Dez 2010

Portugal - Os nossos políticos incompetentes passados em revista!



O artigo foi publicado no Jornal russo "Pravda" (em tempos, orgão de comunicação social do regime comunista) e dá que pensar. Ora leiam lá:

«Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal, pelo Governo liberal de José Sócrates. Mais um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria. 

E não é por eles serem portugueses. Vá o leitor ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos, e vai descobrir que doze por cento da população é portuguesa, oriunda de um povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão....e à Austrália. 

Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA, mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no Partido Social Democrata (PSD) e Partido Socialista (PS), gangorras de má gestão política que têm assolado o país desde anos 80.

O objectivo? Para reduzir o défice. Porquê? 

Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE? 

Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia se deixou sugar, é aquele em que as agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos Estados Unidos da América (onde havia de ser?) virtual e fisicamente, controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da atribuição das notações de crédito. 

Com amigos como estes organismos e ainda Bruxelas, quem precisa de inimigos? 

Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e apavorada com a Alemanha depois das suas tropas invadiram o seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. A França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para a sua indústria. 

E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos pelos motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de que país eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são os Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.

Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata da direita) e PS (Socialista, do centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo esgoto abaixo, destruindo a sua agricultura (agricultores portugueses são pagos para não produzir!!) e a sua indústria (desapareceu!!) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas!!), a troco de quê? 

O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza numa base sustentável? 

Aníbal Cavaco Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que despejaram biliões de euros através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque é considerado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é!!) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos. 

A sua "política de betão" foi bem idealizada mas, como sempre, mal planeada, o resultado de uma inapta, descoordenada e, às vezes inexistente no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo. 

Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral. 

O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam. 

Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou-se em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini, Maserati. Foram organizadas caçadas de javalí em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e Aníbal Silva ficaram a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a participarem. 

Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político. 

E ele é um dos melhores? 

Depois de Aníbal Silva veio o bem-intencionado e humanista, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo excelente diplomata, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando") que criou mais problemas com o seu discurso do que com os que resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha. Resultando em dois mandatos de José Sócrates, um ex-Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado pelos interesses instalados. 

Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares (???) de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projetos de educação). 

E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes. 

O Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os resultados: 

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%). 

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%). 

Concordo com o sacrifício (1%) 

Um por cento! Quanto ao aumento dos impostos, a reação imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afetará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) recessão. 

Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem os resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar!! 

É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de rating, que o Governo de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português. 

Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno do Governo de Portugal ao PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado com as suas ideias e propostas. 

Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os interesses de Portugal para o ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos. 

Esses traidores estão a levar cada vez mais portugueses a questionarem se não deveriam ter sido assimilados há séculos pela Espanha. 

Que convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude". Certo, bem longe de Portugal, como todos os que podem estão a fazer. Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico e uma classe política abominável.»

Timothy Bancroft-HincheyPravda.Ru

Porque você é um conformista e de como deixar de o ser !


Estudos sugerem que o nosso cérebro, uma evolução de muitos milhões de anos, é acalmado pela conformação e olha para a desaprovação social como um perigo, tornando o acto de se conformar mais agradável, pelo mecanismo de regulação interno. Em vez de simplesmente se conformar, estar ciente de quando e como esta cena se nos depara no consciente e acontece em cena e fazer então uma escolha.

O Dr. Noam Shpancer, da Psychology Today, aponta que os seres humanos são naturalmente construídos biologicamente para se conformar, porque parece que é um alívio:
A famosa filósofa Hannah Arendt argumentou que as atrocidades do Holocausto não foram causados por psicopatas, mas por pessoas comuns, sujeitas a uma pressão extraordinária (e medo!!) para se conformar. Desde então, temos aprendido que a pressão não necessita ser extraordinária. Na verdade, este conformismo não pode ser vivido como uma pressão, mas como um alívio. Os seres humanos são animais de rebanho. Nós só sobrevivem em grupos altamente coordenados. Individualmente, somos projectados para captar sinais sociais, coordenar e alinhar o nosso comportamento com aqueles que nos rodeiam. Uma pesquisa recente mostrou que a desaprovação social provoca no cérebro o accionamento automático de sinais de perigo nos seus circuitos internos. A tomada de conformidade acalma-os.
Isso acontece por algumas razões. Em primeiro lugar, quando nos encontramos na certeza do que fazer em determinada situação, temos de olhar para outros estímulos informativos para nos ajudar a entender o que está acontecendo. Quando não temos a certeza, o nosso instinto (lógica inconsciente do sistema de homeostase) é seguir alguém que se possa conhecer e, se pareça, em conformidade com o seu comportamento. Esta é a nossa acção instintiva a de seguir pistas normativas, ou copiar o comportamento de alguém que apresente esse comportamento consciente e confortável. Basicamente, é a nossa natureza para nos conformarmos, porque é assim que aprendemos. Quando não sabemos como fazer algo, nós assistimos alguém a fazer isso e tentamos reproduzir esse comportamento na nossa cabeça, através de um mimetismo inconsciente, pela forma como o nosso cérebro está desenhado.

Observando e aprendendo não é mau de todo. O problema surge na inteira predisposição e vontade de confiar nas informações que encontramos quando estamos inseguros. Para imitar uma outra pessoa e de acordo com o seu comportamento tem menos a ver com, se eles realmente sabem como fazer a coisa certa em determinada situação, mas simplesmente  que eles parecem saber estar a fazer a coisa certar.
Ao invés de fazer uma avaliação crítica do seu comportamento em primeiro lugar, nossos instintos nos impelem para avaliar o comportamento em um nível mais emocional e integrado no nosso automatismo regulador. Se alguém parece saber o que está a fazer, então isso é geralmente suficiente para a maioria de nós se decidir apoiar (mas mais correctamente será dizer "mimetizar), esse comportamento ou decisão.
Porque, conforme é natural e reconfortante, não é algo que o que nós queremos ou realmente podemos simplesmente remover do nosso comportamento. Nós sempre necessidade de nos conformar em algumas situações, e se não o nosso comportamento pode parecer fora de colocar a maioria das pessoas.

Dito isto, os nossos instintos nem sempre estão certos ou ajustados às situações e por isso é importante avaliar o nosso comportamento, e se nos sentimos à vontade para prosseguir, antes de tomarmos a fé como direcção a seguir.

Mas se você é um conformista, isso significa, muito embora que você é um ser humano!!!

Um artigo publicado por [Psychology Today]

Um país em letargia desde há mais de cem anos !!! Para quando o acordar ?


Este país está completamente subjugado a jogos de poder e interesses que nada têm a ver com o país real e os portugueses.
Tal como na idade média, onde os senhores (classes dominantes, como o clero e a nobreza) reinavam sobre o povo ignorante e subserviente, assim está Portugal onde os senhores das ordens, das sociedades ocultas e visíveis se movem na mais completa ilegalidade em torno de um governo de senhores absolutos, que tudo podem e tudo determinam.
Não fazem a mínima ideia de como vive o seu povo e pior, fazem de tudo para que este não perceba, nem possa reivindicar os direitos em que uma vã constituição é pura letra morta!

A democracia é uma palavra vã e os portugueses ainda não acordaram da letargia em que vivem, tal qual povo na idade média, escravizados e despojados do seu bem mais precioso, que é a liberdade e a libertação dos danos que lhe são infligidos todos os dias por este poder absoluto e surreal em pleno séc XXI!!

Tal como no Salazarismo (embora este mostrasse a sua cara real) o povo vive oprimido e sem capacidade real para sair deste sistema, enredado e dominado por uns quantos senhores que ascenderam ao poder e o tomaram nas suas mãos de forma firme, deixando o país desvanecer-se em sonhos e na destruição real da sua estrutura produtiva e capacidades de criar riqueza. Têm usando a pilhagem de recursos a seu bel-prazer partilhando entre os seus pares de forma abominável e como nunca antes visto, mesmo no regime anterior e na monarquia!!

Foram cem anos de oportunidades perdidas, e os últimos 36 de uma época em que tudo foi feito de errado, relativamente a mudar o passado.

Os Portugueses estão finalmente a acordar desta letargia, e não sei se já demasiado tarde!!

Francisco Gonçalves / Jan 2011

Porque o conforto é um assassino da produtividade e dos seus sonhos


"Vivemos numa sociedade onde o conforto se tornou um valor e um objectivo de vida. Mas o conforto reduz a nossa motivação para a introdução de transformações importantes nas nossas vidas.
Infelizmente, muitas vezes sentindo-nos confortáveis, isto nos proíbe de perseguir os nossos sonhos. Muitos de nós somos como leões no zoológico: bem alimentados, mas sentados passivamente presos a uma rotina reactiva. Conforto é igual a miopia chata, e uma crença de que as coisas não podem mudar.

A sua zona de conforto é a sua base, um lugar seguro para não ficar, mas para voltar, depois de cada desgastante e emocionante expedição através do deserto da vida. Dê uma olhada na sua vida hoje, se você está desfrutando de um refúgio de conforto, ouse rompe-lo e ir lá para fora, onde a vida o espera em emocionantes aventuras.(..).".

Extraído de LifeHacker (Why Comfort Is a Productivity Killer )

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